Sessão Kinopus exibe western A Qualquer Custo nesta terça no Sesi

A Sessão Kinopus, o cineclube da produtora Kinopus, exibe nesta terça, dia 13, o western contemporâneo “A Qualquer Custo” (Hell or High Water, fic, 103 min, 2016), do diretor escocês David Mackenzie. O filme foi indicado a quatro Oscars (Melhor Filme, Roteiro Original, Edição e Ator Coadjuvante), além de ser considerado o melhor filme do ano pelo AFI (American Film Institute). A sessão será realizada às 20h no Centro Cultural Sesi – Associação Médica De Londrina (Praça 1º de Maio, 130, Centro – em frente à Concha Acústica) e conta com entrada franca. Antes da sessão, haverá uma apresentação do filme a ser realizada pelo cineasta Rafael Ceribelli, co-roteirista ao lado de Guilherme Peraro, do western “Sertão de Sangue”. O filme tem classificação indicativa não apropriada para menores de 14 anos.

A trama mostra dois irmãos, Tanner, um ex-presidiário (Ben Foster), e Toby, um pai divorciado (Chris Pine), perderam a fazenda da família em West Texas e decidem assaltar um banco como uma chance de se restabelecerem financeiramente. Porém, cruzam com um delegado (Jeff Bridges) que tudo fará para capturá-los. 

Sobre a SK
Criada em 2015, a Sessão Kinopus é uma iniciativa da produtora Kinopus Audiovisual em parceria com o Sesi Cultura Paraná e tem como objetivo trazer a Londrina filmes que não chegaram ao circuito comercial da cidade. As sessões são sempre gratuitas e acompanhadas por um debate. A curadoria é dos cineastas Guilherme Peraro e Rodrigo Grota.

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Estação Londrina reúne jovens escritoras no próximo dia 7

A oitava edição do projeto Estação Londrina irá reunir cinco jovens escritoras que vivem na cidade: Beatriz Bajo, Flavia Verceze, Samantha Abreu, Vi Karina e Vivian Campos. Elas integram o coletivo VERSA e vão comentar a sua produção literária no próximo dia 7 de junho, quarta-feira, a partir das 19h30, na Biblioteca Pública de Londrina, no centro da cidade. Alguns dos seus livros estarão à venda no local – a entrada é franca.

Criado em 2016 sob a coordenação do professor e pesquisador Frederico Fernandes (Letras/UEL), Estação Londrina é um projeto de extensão da UEL, conta com recursos da CNPq, e tem como objetivo promover e discutir a produção cultural da cidade. De 2016 pra cá já foram realizados sete encontros, discutindo temas relacionados à história, política, economia, literatura, cinema, fotografia, games e música de Londrina. Entre os convidados, participaram do projeto os jornalistas Tony Hara, Patrícia Zanin e Fábio Cavazotti, os fotógrafos Saulo Haruo Ohara e Guilherme Gerais, o cineasta Caio Júlio Cesaro, o professor canadense Tamer Thabet, entre outros nomes da cultura local. Em todas as edições do projeto a entrada é franca.

Conheça um pouco mais das cinco jovens escritoras que integram o coletivo VERSA:

BEATRIZ BAJO
BEATRIZ BAJO (São Paulo/SP, 1980). Poeta, diretora-geral da Rubra Cartoneira Editorial, revisora, tradutora, professora de língua portuguesa e literatura, especialista em Literatura Brasileira (UERJ). Seus livros são sobre nossas línguas a carne das palavras (no prelo), domingos em nós (PR, 2012),: a palavra é (PR) e a face do fogo (SP), os dois de 2010. Mantém o blog Linda Graal (http://lindagraal.blogspot.com/) e o Esquina Literária, de ensaios, resenhas e divulgações, (http://esquinaliteraria.blogspot.com/). Morou por 17 anos no Rio de Janeiro (RJ) e vive há 10 em Londrina-PR.

FLAVIA VERCEZE
Flávia A. Verceze. Psicóloga Clínica, pós-graduada em Clínica Psicanalítica e Especialista em Saúde da Mulher. Poetisa, autora do Blog ANDOMINHA (https://andominhas.blogspot.com.br) e escritora no blog Pra Florescer: psicologia e desenvolvimento humano (https://praflorescer.wordpress.com/sobre/). É encantada pelas questões do feminino e acredita que a poesia é uma associação livre, um grito que expõe a quem escreve e ao mesmo tempo cura sua alma, é terapêutica.

SAMANTHA ABREU
Samantha Abreu é professora em Londrina/Pr e estuda literatura de autoria feminina pela Universidade Estadual de Londrina. Já foi publicada em antologias e revistas, além de participar de debates, projetos e eventos literários. Lançou o livro de poemas “Fantasias para quando vier a chuva” (Orpheu, 2011) e o livro de contos “Mulheres sob Descontrole” (Atrito Arte, 2015). Integrou as antologias “O Fio de Ariadne” (Atrito Arte, 2014) e “29 de Abril: o verso da violência” (Ed Patuá, 2015) junto com autores contemporâneos de todo o país. Faz parte do coletivo VERSA, que divulga, organiza e dialoga com a escrita de autoras londrinenses. Seus textos poéticos foram adaptados para o teatro na montagem “Trouxe a chave para libertar sua tristeza”, da Cia AARPA.

VI KARINA
Em primeira pessoa
Costureira de palavras – aprendi com meu filho esses remendos do dizer, feito desenhos de escritos na gente. A palavra gruda mesmo muda. Fica dentro em poças – é como água: pode ser mansa, pode ser ressaca de mar, pode ser herança, relembranças… Trazem mudanças quando proferidas.
Gosto de olhar, me molhar delas.
Psicanalista, faz da profecia do outro poesia na própria vida.

VIVIAN CAMPOS
Vivian Campos é publicitária, apaixonada por literatura, e desde infância enxerga nas estrofes e parágrafos um canal para expressão de suas impressões sobre o mundo. Publicou seu primeiro livro de contos em 2016 (O Gato Comeu Sua Lua?) pela Editora Madrepérola, é autora do blog Naufrágio Literário (https://naufragioliterario.wordpress.com/) e integra o coletivo VERSA, organizado por autoras londrinenses com intuito de promover diálogo entre literatura (considerando produções próprias) e outros contextos artísticos.

_ LIVROS À VENDA no dia
“Mulheres sob Descontrole” (Atrito Arte, 2015), de Samantha Abreu. Preço: R$ 20,00
“O Gato comeu sua lua?” (Madrepérola, 2016), de Vivian Campos. Preço: R$ 25,00

Últimas vagas para Oficina com o diretor de fotografia Carlos Ebert, ABC

Restam poucas vagas para a Oficina que será ministrada pelo diretor de fotografia Carlos Ebert, ABC, em Londrina. A Aliança Francesa do Norte do Paraná, em parceria com a produtora Kinopus, promove o curso Qualidade na Captação Cinematográfica Digital entre os dias 6 e 10 de junho. A Oficina conta com 18 horas de duração, tem vagas limitadas, e será realizada entre terça e sexta (das 18h30 às 21h30); e sábado, entre 9h e 12h, e entre 14h e 17h, no estúdio da produtora NT Vídeo (Rua Raja Gabaglia, 374, Jardim Quebec, Londrina). As inscrições devem ser feitas na Aliança Francesa de Londrina (Rua Antonio Moraes de Barros, 44). Mais informações pelo telefone (43) 3324 7508.

Sobre o curso
O curso aborda Cinco tópicos da Captação DigitalResolução Espacial; Latitude e Resolução Radiométrica; Resolução Espectral; Resolução Temporal; e Compressão e Codecs. Esses tópicos quando entendidos conceitualmente e postos em prática em exercícios de captação permitem ao cameraman um resultado ótimo em qualquer situação. Cada tópico aborda os seguintes itens:

1) Resolução Espacial: Acuidade visual, teste de Snellen, função de transferência de modulação (MTF), transformações da MTF nas várias etapas da captação da imagem da objetiva à exibição. MTF e a percepção/cognição visual humana. As  descobertas de Otto Shade e a teoria unificada de análise e especificação da imagem. Analisando objetivas e sensores. Número de pixels e espaçamento entre pixels na resolução espacial de um sensor. CCDs X CMOSs. Conselhos práticos para a preservação da MTF na imagem final. 

2) Latitude e Resolução radiométrica: Nossa capacidade de perceber contrastes de luminância comparada à das câmeras. Conceito de curva de resposta à exposição. As três regiões da curva: altas médias e baixas luzes. Sistema binário de representação da informação. Rudimentos de aritmética binária. Bytes e bits. Profundidade de bit. A representação em 8 bits (256 níveis). Linear X logarítmico. Ajustando a latitude da câmera para cada uma das três regiões (altas, médias e baixas luzes).

3) Resolução espectral: O espectro da luz visível. Interações da luz com a matéria. O que é cor percebida? Sistema de cor aditivo (luz) e subtrativo (pigmento). O espaço de cor que percebemos X o espaço de cor captado pela câmera. Cores permitidas e cores ilegais. Representação da informação de cor nas câmeras digitais. Profundidade de bit e a captação e reprodução das cores. 3 sensores X 1 sensor com malha de Bayer. Formação da matriz de cor nas câmeras. Matrizes pré-setadas. Construindo uma matriz de cor. Alterações de saturação, temperatura de cor e hue nas câmeras.

4) Resolução Temporal: Como percebemos as imagens em movimento. Decomposição e recomposição do movimento em sequencias de imagens estáticas. Persistência retiniana, efeito Phi e fenômeno beta. Cadencias em vídeo. Alterações de cadência (camera rápida e camera lenta).

5) Compressão e Codecs: Volume de informação digital X processamento X armazenamento. O entrelaçamento como a primeira compressão temporal no vídeo. Informação RAW (4:4:4). Sub-amostragem de cor nos sistemas de vídeo digital (4:2:2, 4:2:0, 4:1:1 etc). A necessidade de compressão para viabilizar os formatos de captação em vídeo. Compressão com e sem perda de informação visual. Codecs baseados em DCT e em wavelets. Codecs intermediários para edição de video.

Sobre Carlos Ebert
Nascido a 26 de novembro de 1946 no Rio de Janeiro, Carlos Alberto de Azambuja Ebert teve a sua primeira experiência no set aos 20 anos como Fotógrafo de Still. Dois anos mais tarde Iniciou seu trabalho como Diretor de Fotografia para Cinema e Operador de Câmera no clássico O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla. Ebert também fotografou os longas Viagem ao Fim do Mundo (1969), de Fernando Campos (premiado em Locarno), Prata Palomares (1971), de André Faria (exibido em Cannes), O Rei da Vela (1983), de José Celso Martinez Correa; e mais recentemente os longas documentais Fé (1997) e Um Homem de Moral (2008), de Ricardo Dias, entre outros. Com os curtas Satori Uso (2007), Booker Pittman (2008) e Haruo Ohara (2010), de Rodrigo Grota, conquistou 3 Prêmios ABC de Melhor Fotografia. No Festival de Gramado, conquistou o Kikito de Melhor Fotografia com os curtas Carolina (2003), Satori Uso (2007) e Haruo Ohara (2010). Também dirigiu o longa-metragem República da Traição (1970).  Além de ministrar cursos, oficinas e palestras, Ebert também atua como consultor técnico, é Membro Fundador e Moderador da Lista da Associação Brasileira de Cinematografia, ABC; e desde 2010 retomou o cargo de Conselheiro da Cinemateca Brasileira. 

Qualidade na Captação Cinematográfica Digital, com Carlos Ebert
Quando – 6 a 10 de junho
Quanto – A inscrição tem o valor de R$ 400,00
Onde se inscrever – Aliança Francesa de Londrina (Rua Antonio Moraes de Barros, 44)
Onde será o curso – NT Vídeo (Rua Raja Gabaglia, 374, Jardim Quebec, em Londrina)
Mais informações pelo telefone (43) 3324 7508
Realização: Aliança Francesa do Norte do Paraná e Kinopus
Apoio Cultural: NT Vídeo